Tombador Iron obtém concessão de lavra para projeto de minério de ferro na Bahia

A Tombador Iron recebeu a concessão de lavra para seu projeto de minério de ferro Tombador, em Sento Sé, na Bahia. A portaria concedendo o direito de exploração do ativo, assinada pelo secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Alexandre Vidigal, foi publicada no Diário Oficial da União de terça-feira (27).


Agora, a empresa aguarda apenas a concessão da licença de operação (LO) pelo Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema) para iniciar a produção da matéria-prima siderúrgica em Tombador.

"A Tombador Iron está muito contente com a concessão de lavra para o projeto. Com este marco importante alcançado, a empresa continua a orientar para a primeira produção de hematita de alto teor antes do final deste trimestre", afirmou o diretor-executivo da companhia australiana, Gabriel Oliva.

No início do ano, a mineradora já havia feito o comissionamento da planta de britagem e peneiramento de Tombador, que tem capacidade projetada de 400 toneladas por hora e realizou o desmonte de rochas para ter acesso ao afloramento do corpo de minério principal do projeto.

Segundo a Tombador, a operação será focada inicialmente nos 5,41 milhões de toneladas com 67% de ferro em recursos de hematita medidos e indicados do projeto que dá nome à empresa. A companhia já fechou contrato offtake com a Trafigura, que se comprometeu a comprar a totalidade da produção de Tombador por um período de até três anos, com início já na primeira produção.

A mineradora australiana vai se beneficiar também da conclusão do primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que ficará a cargo da Bahia Mineração (Bamin), para escoar a produção para embarque no Porto Sul, que será construído em Ilhéus (BA).


Até que a ferrovia fique pronta, porém, a Tombador já tem alternativa para escoamento do minério. A empresa fechou contrato com a Polimodallog Logística e Transportes para o transporte rodoviário do minério por um trecho de aproximadamente 700 quilômetros entre a operação na Bahia e o Terminal Marítimo Inácio Barbosa, em Sergipe.

A empresa também assinou contrato com a VLI, controlada pela Vale e operadora do terminal, que vai fornecer armazenamento e serviços de manuseio de materiais e carregamento de navios para o minério da Tombador, com capacidade de "embarques iniciais" de até 35.000 toneladas, com opção de expansão da capacidade de armazenamento.


Fonte: Notícias de Mineração do Brasil

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