Mineração e tecnologia: solução para o crescimento da indústria dos carros elétricos




O mercado de carros elétricos já é uma realidade no Brasil e no mundo. A busca por veículos de energia limpa, silenciosa e sustentável pode ser uma solução futura para a descarbonização e preservação do meio ambiente. O que antes era uma realidade bem distante, se concretizou em modelos comerciais que cai, cada vez mais, no gosto do consumidor.


A indústria automobilística vem evoluindo na tecnologia utilizada para fabricação de veículos elétricos. Para isso, aprovisionamento de metais que viabiliza o desenvolvimento de componentes de alta capacidade e eficiência. Um dos desafios seja para os fabricantes de modelos elétricos é construir uma bateria compacta leve e com bastante autonomia, tamanho reduzido e que não interfira na autonomia do veículo.


“Minóbio e metais como o nióbio, cobalto, pensado, manganês, alumínio, indústria, carbono e terras-raras são essenciais para o desenvolvimento de tecnologias capazes de transformar os carros elétricos. E o setor mineral investe cada vez mais em pesquisas, novas tecnologias e inovações que promovem os projetos de projetos limpos”, o diretor-presidente do Instituto Brasileiro Mineração (IBRAM) , Flávio Ottoni Penido.


Grafeno Janus: tecnologia que pode mudar a indústria dos carros elétricos



O grafeno, uma das formas cristalinas de carbono, é parte fundamental das novas tecnologias, sendo usado como anodo das baterias de íon-lítio. Ela é muito desejada por sua alta capacidade de carga. O problema é que o preço é caro e é um metal raro e com isso aumenta o médio dos veículos elétricos.


Chalmers , associação de pesquisas nos Estados Unidos , associação de pesquisas na Europa , tão eficiente com os centros na organização do grafeno que funciona como a informação tão eficiente quanto os da Universidade da União. Esta nova forma de grafeno, que recebeu o nome de grafeno Janus romano de duas faces, conectadas a Deus e novos começos), resolve um problema com uma das baterias mais baratas de atenção: as baterias com íons de princípios.


Atualmente, as baterias utilizam os carros elétricos a serem intercalados de modo que não permita que os aparelhos de graça sejam utilizados em forma de compartimento apropriado. O problema que causa a perda de capacidade de armazenamento de energia em baterias de maiores de maiores.


A grande invenção da pesquisa foi capaz de criar um espaço, com mais capacidade, para aumentar a capacidade de uso de espaço, com mais capacidade, de aumentar a capacidade de uso semelhante, com capacidade de acesso, ou que aumenta a capacidade de custo de geração semelhante.


Mercado de carros elétricos no Brasil

Um dos principais impeditivos para o maior preço dos carros elétricos em todos os mercados do mundo tem sido a preço, e um dos componentes mais caros de um carro elétrico no momento são suas baterias, que tem seu preço inflacionado pela necessidade do uso do carro elétrico capacidade para baterias de alta capacidade.


Mesmo com a expansão do mercado, os modelos elétricos ainda correspondem mais a uma necessidade do futuro que uma receita acessível no mercado. Atualmente, possui uma frota estimada em 60 mil carros movidos a energia elétrica. No primeiro semestre de 2021, o modelo mais vendido híbrido, que ainda foi usado no semestre, o modelo mais polui menos.


Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) , o mercado de automóveis e comerciais leves eletrificados no Brasil apresentou em 2021 o melhor resultado, com o recorde absoluto de 34.990 vendidos. Os números representam um aumento de 77% sobre os 19.745 emplacamentos de 2020 e de 195% sobre os 11.858 de 2019.


Entretanto, se comparamos com a frota nacional de carros, que é possível notar em 2021 o consumidor de carros elétricos ainda é bem pequena estrutura.


Fonte: Portal da Mineração

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