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IBRAM apresenta ações do setor mineral em prol da Amazônia e contra o garimpo ilegal na região




O diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Raul Jungmann, foi um dos palestrantes nesta 3ª feira (16/5) no Seminário sobre Desenvolvimento Sustentável na Amazônia, organizado pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) e pela Fundação Alexandre de Gusmão.

Segundo o presidente do IBRAM, a indústria da mineração tem compromissos convergentes com as agendas sustentáveis globais. Um deles é atuar no combate ao garimpo ilegal - que causa tragédias ambientais e humanitárias - e em prol da proteção das regiões ambientalmente sensíveis, como a Amazônia. “O futuro do mundo está ligado ao futuro da Amazônia. Ela está presente em nove países e possui cerca de 7 milhões de km². Se fosse um país seria o sexto em extensão. Detém cerca de 8% do Produto Inteiro Bruto (PIB) nacional, porém, infelizmente, tem uma baixa representação no Congresso Nacional”, afirmou Jungmann.

Segundo ele, conservar a biodiversidade e combater as atividades ilegais nesta região é papel de todos os brasileiros. “A mineração legal, a qual o IBRAM representa, que atua de forma sustentável e responsável, trabalha para ajudar no combate à ilegalidade nesta região. A Amazônia concentra, segundo o Instituto Escolhas, 91,6% da área garimpada no Brasil, sendo que boa parte dessa atividade é ilegal. Os trabalhos ilegais têm provocado intensa destruição na região, danos às comunidades e povos originários, entre outras consequências graves”.

Raul Jungmann relatou as ações do IBRAM para unir esforços do setor privado e de ONGs aos do governo em prol do combate ao garimpo ilegal. No evento, também foi abordado pelo presidente do Instituto um novo sistema para promover a rastreabilidade do ouro brasileiro. Foi desenvolvido pelo Núcleo de Pesquisa para a Mineração Responsável da Universidade de São Paulo (USP).

A plataforma digital gratuita visa apontar as boas práticas na comercialização do minério de ouro no Brasil e indicar se a origem da matéria-prima é de uma mina social e ambientalmente responsável. "Sistemas como este podem representar o caminho para acabar com a ilegalidade”, analisou.

O evento, que segue até a próxima quinta-feira (18), visa promover amplo debate entre o governo e diversos setores da sociedade para identificar questões prioritárias e propostas de cooperação com os demais países amazônicos, que subsidiarão o processo preparatório para a Cúpula.


Fonte: Ibram.org.br

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