Equinox Gold estuda venda de ativos menores

A Equinox Gold pretende concluir a venda de uma ou duas de suas minas menores nos próximos meses para se concentrar em suas operações maiores, disse o presidente e diretor-executivo Christian Milau no Fórum Mundial do Ouro deste ano.



A empresa tem vários projetos em fase de desenvolvimento que a levarão a aumentar a produção para cerca de 1,2 milhão de onças por ano em 2024. Porém, com operações de mineração em quatro países, ela pretende abrir mão de alguns ativos para manter um negócio administrável.

Das oito minas em produção da companhia, quatro estão no Brasil: Aurizona, no Maranhão; Fazenda, na Bahia; RDM, em Minas Gerais; e Pilar, em Goiás. A companhia possui ainda Mesquite e Castle Mountain, nos EUA, e Los Filos e Mercedes, no México.

"Queremos retirar um ou dois ativos nos próximos um ou dois meses. A Covid-19 retardou um pouco esse processo", disse Milau.

A Equinox tem como objetivo produzir 300.000 a 400.000 onças por ano no Brasil, Canadá, México e EUA. Possui reservas de 16,4 Moz com 3,4 Moz no Brasil, 4,7 Moz no México, 4,9 Moz nos EUA e uma participação de 60% em 5,5 Moz no Canadá.

O próximo grande desenvolvimento da Equinox será o projeto Hardrock em Ontário, Canadá, que está pronto para construção e definido para adicionar mais de 240.000 onças/ano de produção.


No início deste mês, a empresa disse que havia chegado a um acordo com a comunidade de Carrizalillo para permitir o desenvolvimento da expansão Bermejal em Los Filos. A mina produziu 58.453 onças em 2020 e esperava-se que produzisse 170.000-190.000 onças este ano.

A empresa tem cerca de US$ 650 milhões de liquidez disponível à sua disposição, incluindo US$ 200 milhões em uma linha de crédito rotativo e caixa em mãos de US$ 450 milhões.


As informações são do Mining Journal/ NMB

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