SINDIMINA - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Extração, Pesquisa e Benefício de Ferro, Metais Básicos e Preciosos de Serrinha e Região

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FBDM DESRESPEITA E DESCONSIDERA OS TRABALHADORES NO ACT 2016/2017


Após várias reuniões exaustivas, paralisações e mediação na GRTE (Gerencia Regional do Trabalho e Emprego) em Feira de Santana a Empresa Fazenda Brasileiro Desenvolvimento Mineral (Brio Gold /Yamana Gold) ainda não apresentou uma proposta decente para o Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2017. O Sindimina vem tentando de todas as formas garantir direitos e melhorias para a classe trabalhadora, mas a empresa não tem se mostrado disposta a negociar.

O Sindicato foi para uma mediação solicitada pela empresa na GRTE em Feira de Santana achando que lá a empresa atenderia a pauta dos trabalhadores, mas continuou intransigente e até o delegado do trabalho achou a proposta da empresa absurda, no que se refere às cláusulas de Reajuste Salarial, Transporte e Jornada de Trabalho na Mina e Usina.

Na ocasião, o Sindimina explicou a situação e levantou a questão do por que a Mina subterrânea da FBDM continuar sendo a única Mina do Brasil que a jornada de trabalho é de 08 horas/dia e o os órgãos que nos representa não faz uma intervenção. Apesar da pressão da empresa para com os trabalhadores, o Sindimina não vai desistir de lutar pelos benefícios e, principalmente, pela saúde de todos que estão expostos diariamente aos riscos eminentes das atividades.

Lamentavelmente, a empresa não quer proporcionar melhores condições de trabalho e qualidade de vida aos trabalhadores e ainda vira as costas para aqueles adoecidos no trabalho que adquiriram doença ocupacional. O que temos presenciado é uma empresa desumana, sem coração, que só visa o lucro e que, simplesmente, demite essas pessoas quando percebe que a saúde não é mais a mesma, deixando-as sem plano de saúde, salário e, impossibilitados de arrumarem outro emprego por conta da invalidez adquirida no trabalho. Vale salientar que, com o apoio do Sindimina, alguns trabalhadores “descartados” conseguiram beneficio no INSS e foram reintegrados via decisão judicial do TRT5.