top of page

Setor mineral investirá US$ 50 bilhões em cinco anos, diz IBRAM

Aumento seria de quase US$ 10 bilhões em relação à previsão anterior, que era de US$ 40,4 bilhões para o período 2022 a 2026.




O setor mineral brasileiro deverá investir US$ 50 bilhões no período 2023 a 2027, um aumento de quase US$ 10 bilhões em relação à previsão anterior, que era de US$ 40,4 bilhões para o período 2022 a 2026. A estimativa foi divulgada pelo IBRAM, que apontou ainda uma ampliação dos investimentos socioambientais, que passarão de US$ 4,2 bilhões para US$ 6,5 bilhões.


O minério de ferro concentrará a maior parte dos investimentos, com um total de US$ 17 bilhões no período, o que representa um aumento de 24% em relação à previsão anterior. O segmento de fertilizantes com US$ 5,2 bilhões, fica em segundo lugar, seguido pela bauxita (US$ 5 bilhões), cobre (US$ 4,5 bilhões), ouro (US$ 2,8 bilhões), níquel (US$ 2,3 bilhões) e zinco (US$ 113 milhões). Para logística, estão previstos investimentos de US$ 4,4 bilhões. Em termos geográficos, os estados que mais concentram investimentos são o Pará, Minas Gerais e Bahia, que somam 82%. O Pará lidera, com US$ 13,9 bilhões. Na sequência estão Minas Gerais (US$ 11,4 bilhões), Bahia (US$ 10,2 bilhões), Amazonas (2,5 bilhões), Sergipe (US$ 1,0 bilhão), Goiás (US$ 993 milhões) e Espírito Santo (US$ 935 milhões). Os outros estados terão US$ 2,3 bilhões, com destaque para o Ceará, que terá importante investimento em fertilizantes.


Queda da produção


Ainda segundo o IBRAM, a produção mineral registrou uma queda expressiva em valor, passando de R$ 339 bilhões, em 2021, para 250 bilhões no ano passado, o que representa uma queda de 26%.

“Entre as razões para esta queda estão as medidas de lockdown contra covid-19 na China, que reduziu a produção siderúrgica; o controle de estoques de minério de ferro nos portos chineses. Ambos influenciaram a redução dos preços do minério de ferro (cerca de 25%)”, informa o IBRAM. Os estados que lideram a produção mineral (Minas Gerais e Pará) registraram quedas no valor da produção. Em Minas Gerais, a produção caiu de R$ 143 bilhões para R$ 100,5 bilhões), enquanto no Pará o valor se reduziu de R$ 146,6 bilhões para R$ 92,4 bilhões). Em contrapartida, estados como São Paulo, Mato Grosso, Bahia e Goiás, registraram aumento de produção.


Fonte: Brasil Mineral, assine tenha acesso a um vasto conteúdo de notícias do setor mineral

0 comentário

Comments


bottom of page