Produção da Kinross Gold é menor, mas lucro cresce 22%


A Kinross Gold Corporation produziu 558.777 onças equivalentes de ouro atribuíveis no primeiro trimestre de 2021, uma ligeira diminuição em comparação com 567.327 onças do primeiro trimestre de 2020, devido à menor produção em Tasiast e em Round Mountain, parcialmente compensada por uma maior produção em Bald Mountain. O lucro líquido reportado cresceu 22% para US$ 149,5 milhões, ou US$ 0,12 por ação, com o lucro líquido ajustado aumentando 51%, para US$ 192,8 milhões, ou US$ 0,15 por ação, em comparação com o primeiro trimestre de 2020.

O custo de produção de vendas foi de US$ 756 por onça de ouro equivalente e em grande parte em linha com o mesmo trimestre de 2020. Já o AISC caiu a US$ 975 por onça de ouro equivalente. O preço médio do ouro realizado aumentou 13%, para US$ 1.787 por onça no primeiro trimestre de 2021 em comparação com US$ 1.581 por onça no mesmo período em 2020.

A receita da Kinross atingiu US$ 986,5 milhões nos três primeiros meses de 2021, um incremento de 12% em comparação com US$ 879,8 milhões durante o primeiro trimestre de 2020. As vendas aumentaram 25%, para US$ 1.031 no primeiro trimestre de 2021, em comparação com US$ 827 no primeiro trimestre de 2020, que ultrapassou o aumento de 13% ano a ano no preço médio realizado do ouro.

As três maiores minas produtoras da Kinross (Paracatu , Kupol e Tasiast) responderam por 60% da produção e foram as minas de menor custo do portfólio. Os projetos Tasiast 24k e La Coipa Restart avançaram bem e ambos permanecem dentro do cronograma, com os estudos em Udinsk, Manh Choh (anteriormente conhecido como “Peak”) e Lobo-Marte ocorrendo conforme planejado. As três principais minas -- Paracatu, Kupol e Tasiast -- entregaram os custos mais baixos para o trimestre, com Paracatu e Tasiast alcançando um rendimento trimestral recorde.

A Kinross se compromete a atingir as emissões líquidas de gases de efeito estufa (GEE) até 2050 e espera finalizar uma estratégia para apoiar essa meta até o final do ano, incluindo a identificação de metas tangíveis de redução de GEE para 2030. “Nosso portfólio diversificado de minas teve um bom desempenho no início do ano, à medida que continuamos a mitigar os impactos da COVID-19 em todas as nossas operações e projetos. A empresa entregou um aumento de 51% ano a ano no lucro líquido ajustado, com margens aumentando 25% para US$ 1.031 por onça vendida, mais uma vez superando o aumento no preço médio realizado do ouro. Estamos bem posicionados para continuar gerando forte fluxo de caixa ao longo do ano, estamos no caminho para cumprir nosso guidance anual e estamos em uma excelente posição financeira”, disse o CEO e presidente da Kinross Gold, J.Paul Rollinson.

A Kinross está a caminho de cumprir sua orientação de produção para 2021 de 2,4 milhões de onças de ouro equivalente (+/- 5%). Espera-se que a produção aumente em grande parte impulsionada pela maior produção prevista em Paracatu, e maior produção esperada no quarto trimestre em Tasiast. A empresa também está a caminho de cumprir sua orientação para 2021 de custo de produção de vendas de US$ 790 por Au eq. onças (+/- 5%), custo total de sustentação de US$ 1.025 por Au eq. onças (+/- 5%) e despesas de capital de US$ 900 milhões (+/- 5%). Espera-se que o custo das vendas aumente ao longo do ano como resultado dos aumentos planejados na operação de resíduos minerados.

A Kinross, de acordo com orientação de três anos fornecida em outubro do ano passado, informou que a produção anual deverá aumentar para aproximadamente 2,7 milhões onças de ouro equivalente (+/- 5%) em 2022 e para cerca de 2,9 milhões de onças de ouro equivalentes (+/- 5%) em 2023. A empresa também espera produzir em média 2,5 milhões de Au eq. onças por ano até o final da década.


Fonte: Brasil Mineral

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