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Komatsu vende 35 caminhões HD785-7 para U&M Mineração

Fora de estrada, com capacidade para 100 toneladas, é comercializado pelas divisões de Mineração e Construção da empresa.


A Komatsu, fabricante de equipamentos para os mercados de mineração, construção, industrial e florestal, finalizou a venda de 35 caminhões fora de estrada HD 785-7 para a U&M Mineração e Construção S/A. Atualmente, a empresa possui 163 caminhões fora de estrada Komatsu e as novas aquisições serão usadas nas operações de transporte dos clientes da U&M, que é hoje o maior frotista de caminhões Komatsu no Brasil.


“O HD 785-7 é de médio porte e está no range de 100 toneladas de payload (carga útil). Nas atividades de mineração, é um equipamento extremamente estratégico para movimentações mais rápidas”, explica Marcos Costa, diretor comercial da Komatsu, que comemora a parceria com o cliente. “Estamos muito felizes em poder oferecer um equipamento como esse à U&M, com quem temos uma parceria de longo prazo”.


Destinado ao carregamento nas áreas de mineração, cimento e pedreiras, o HD 785-7 pode ser usado também como caminhão-pipa. “É um equipamento com alta tecnologia embarcada, em linha com o que a Komatsu oferece para os mercados de construção e mineração global, o que faz dela referência mundial em performance e melhoria de resultados para os clientes. O modelo HD785-7 já possui 10.862 unidades em operação em todo mundo”, afirma Costa.


Segundo a fabricante, este modelo, produzido pela unidade de Ibaraki, no Japão, é uma solução Komatsu bem consolidada no mercado, que passou por várias atualizações que resultaram no aumento da confiabilidade do produto. “Neste cenário, é esperado que o equipamento esteja mais disponível e o cliente tenha resultados produtivos superiores quando comparado aos equipamentos concorrentes, além de baixo consumo de combustível, o que gera menos emissões de gases de efeito estufa. A Komatsu prima por desenvolver e produzir equipamentos mais eficientes e sustentáveis, possui uma estrutura de pós-vendas com foco na otimização do fluxo produtivo, reduzindo desperdício com o uso de tecnologias de ponta para maximizar o retorno sobre os ativos”, completa Costa.



Fonte: Revista Mineração

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