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Interdição de operações da Vale põe mercado de minério de ferro em alerta

As interdições nas operações da Vale no Rio de Janeiro foram bem breves, mas elas ressaltam o risco regulatório enfrentado pelo segundo maior exportador de minério de ferro do mundo e elevam o alerta entre produtores e compradores em relação ao fornecimento da commodity.


A ação das autoridades do Rio provavelmente manterá produtores e compradores de minério de ferro em alerta, em meio a um mercado global sustentado pela forte demanda chinesa. A Vale embarcou cerca de 60.000 toneladas por dia do Terminal da Ilha da Guaíba no primeiro trimestre de 2021.

"Existe uma dose de imprevisibilidade grande de a gente saber qual vai ser o próximo alvo", disse o analista de research da Ativa Investimentos, Ilan Arbetman.

"Fica o sinal de alerta no sentido de que, do mesmo jeito que o Rio fez isso, é possível que outros estados, especialmente os limítrofes, também façam um aumento em sua inspeção", completou.

Uma cadeia de eventos semelhantes, entre interdição e liberação, ocorreu no terminal da siderúrgica CSN, no porto de Itaguaí. A prefeitura de Itaguaí interditou, na sexta-feira (16), o Porto de Itaguaí por crimes ambientais. As irregularidades teriam sido cometidas pela CSN Tecar e Sepetiba Tecon, que operam no terminal, ao descartarem materiais como minério de ferro na Baía de Sepetiba.


No mesmo dia, a CSN e a CSN Mineração voltaram a operar no local. Na segunda-feira (19), veio a confirmação de que a prefeitura havia liberado o porto após um acordo entre o executivo municipal e o Instituto Nacional do Ambiente (Inea) para que o órgão ambiental assuma as ações de fiscalização da adequação ambiental da CSN Tecar e da Sepetiba Tecon.





As informações são da Bloomberg/ Notícias de Mineração

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