Caso Mariana: Começa audiência na Corte britânica

Em 4 de abril, o PGMBM representou perante três juízes que determinarão se o caso contra a BHP poderá ser julgado pela corte inglesa.




A audiência do Caso de Mariana (MG) acontece entre os dias 4 e 8 de abril nos tribunais ingleses. O Caso do rompimento da Barragem do Fundão busca responsabilizar a anglo-australiana BHP que, junto com a Vale, controlam a Samarco.


O rompimento da barragem é considerado o maior desastre ambiental do Brasil e o escritório PGMBM luta na Justiça para indenizar mais de 200 mil pessoas (físicas e jurídicas) vítimas do acidente. A indenização é avaliada em bilhões de reais para as vítimas da tragédia de Mariana, no maior caso já protocolado nas cortes inglesas.


Em 4 de abril, o PGMBM representou seus clientes na audiência no Tribunal de Apelação em Londres perante três juízes que determinarão se o caso contra a BHP poderá ser julgado pela corte inglesa. A audiência dura cinco dias, e uma decisão será anunciada pelos juízes posteriormente, após avaliação das evidências e argumentos apresentados por ambas às partes.


Se a jurisdição inglesa for aceita, o caso deve seguir para a fase de mérito, em que será avaliada a responsabilidade das rés e a extensão dos danos para determinar a compensação justa para os atingidos pelo rompimento da barragem. O processo começou em 2018 e, em julho de 2021, o PGMBM obteve o direito de reabrir o caso após decisão anterior que negava a jurisdição no país.


O PGMBM busca reparação integral para seus clientes, que incluem moradores de cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo, localizadas ao longo da Bacia do Rio Doce e que hoje, seis anos depois, ainda vivem sob os efeitos da tragédia em seu dia a dia.


Fonte: Brasil Mineral, assine e tenha acesso a vasto conteúdo de notícias do setor mineral

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