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Báscula Ultralight utilizada pela Lundin aumentou em 6% a produção e reduziu R$ 1,5 milhão em custos



Os combustíveis fósseis representam uma parte considerável dos custos operacionais nas minerações, tendo em vista o número de máquinas e equipamentos pesados, que ainda utilizam dessa fonte de energia, empregados nos processos de extração, carregamento e transporte dos minérios. Além dos impactos no desempenho econômico das minas, há os ambientais, decorrentes sobretudo da queima de combustíveis fósseis, que emitem grandes quantidades de gases de efeito estufa (GEE), sendo o CO2 o principal deles.


Equilibrar o crescimento da demanda global pelas comodities minerais e o compromisso do setor com a agenda ESG, a redução do uso dos combustíveis fósseis e, consequentemente, das emissões de gases de efeito estufa está entre os maiores desafios da mineração. A implementação de processos extrativos e produtivos que incorporem soluções com base em eficiência energética (EE) é um dos eixos centrais para a questão.


Segundo a Agência Internacional de Energia (International Energy Agency – IEA), a implementação de mecanismos com foco em eficiência energética pode representar significativa redução dos custos operacionais nas minerações. Por outro lado, um plano de redução de custos na mineração não pode afetar de modo negativo a segurança da atividade, por isso, sua implementação deve ser guiada por diretrizes de governança e contemplar diversos processos e soluções tecnológicas, que exigem um trabalho de engenharia multidisciplinar e especializado.


A Weir ESCO desenvolveu a Báscula Ultralight, criada com foco na redução de peso do equipamento e aumento da capacidade de volume/carga útil transportada nas minerações.


Um levantamento técnico realizado na mina da Lundin Mining, em Alto Horizonte (GO), mostrou que a utilização da Báscula Ultralight aumentou em 6% a produtividade e reduziu R$ 1,5 milhão em custos anuais, incluindo consumo de combustível. De acordo com o especialista em Produtos da ESCO, Renan Castro, esses resultados se devem à Báscula Ultralight ser 16% mais leve em comparação a equipamentos similares.


Após a finalização da instalação da 13ª Báscula ESCO na mina, o diretor Operacional da Lundin Mining, Jose Geraldo Rolim Zacarias, espera aumentar ou obter os ganhos previstos no projeto sem colocar em risco as condições mecânicas dos nossos equipamentos. “A básculas Ultralight nos permitem uma maior sustentabilidade nos nossos negócios, porque reduz significativamente a emissão de poluentes e aumenta a nossa produtividade, consequentemente, trazendo uma redução de custo para as nossas operações”, diz.


“Além da redução significativa das emissões de CO2, tendo em vista a diminuição do uso de combustíveis fósseis, os testes realizados na planta de operação de nosso cliente Lundin Mining mostraram redução do desgaste dos pneus e com manutenção dos caminhões”, afirma Castro. O design especial da ESCO Ultralight, com áreas de transição do fundo lateral curvadas, assegura um melhor fluxo do material e melhor desempenho durante o basculamento, reduzindo a possibilidade de retenção. O fundo traseiro curvado também reduz os desperdícios de minério, evitando o derramamento da carga durante a viagem.


Fonte: Conexão Mineral


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